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qui, 8 de ago 19:03 (há 3 dias)
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Posted: 08 Aug 2019 10:33 AM PDT
Jiboia, planta trepadeira, que também recebe os nomes populares de Era-Do-Diabo; Rainha-Marmórea e Jiboia-Verde. Seu nome cientifico é Epipremnum Pinnatum. Também existem outras espécies desta trepadeira, tais como a Scindapsus Aureus (Rainha-Marmórea/ Jiboia-Branca) e Philodendron Scandens (Jiboia-Verde).
Pertence a família das Araceae, é originária das Ilhas de Salomão na Oceania e é do tipo perene.
As Jiboias também são conhecidas por serem encantadas devido aos seus poderes sobrenaturais. Encontramos maior quantidade delas nas regiões norte e nordeste do Brasil. Nestas regiões são conhecidas várias lendas.
Quando cultivadas em casa a Jiboia protege seus moradores das baixas vibrações enviadas por visitantes invejosos. É interessante colocar o vaso em local aberto, perto da entrada ou de uma janela.
Normalmente suas folhas são grandes e de cor verde com algumas manchas amarelas tornando-as vistosas e bonitas. Tem formato de pequenos coraçõessem variegações ou recortes quando estão começando a brotar. Porém quando atingem a fase adulta tem tamanho grande e são mais arredondadas, variegadas e por vezes recortadas, ocorrendo aproximadamente em dez anos.
Se você quiser que sua Jiboia tenha folhas brilhantes, viçosas e bonitas deve plantá-las em substrato orgânico e regá-las periodicamente. Por ser de clima essencialmente tropical ela se adapta bem com luminosidade intensa. se você tem a intenção de colocá-la em árvores fique atenta, pois com seu crescimento ela pode sufocar a planta de apoio. Lembre-se ela é uma trepadeira portanto se alastra!
A Jiboia é mais usada como planta de decoração de interiores em geral desde casas, apartamentos, escritórios etc.
Como Cuidar de sua Jiboia!
As Jiboias não devem receber a Luz do sol diretamente, mas gostam de lugares com muita luz, portanto, coloque-a num local luminoso mas que não bata sol diretamente.
Temperatura: recomenda-se colocá-la no interior de casa, mas a temperatura não deve ser nem muito baixa e nem muito alta, entre 10 e 25 graus.
Irrigação: deve ser moderada. Regar as jiboias a cada 10 dias no inverno e a cada 5 dias no verão, caso regue em excesso, as folhas ficarão marrons e poderão morrer.
Ambiente: elas gostam de ambiente úmido e então podemos colocar pedrinhas embaixo do vaso ou pulverizar as folhas com água. Com certeza vão gostar muito!
Jiboia Decorando sua Casa
Houve um período em que fiz um arranjo colocando a planta diretamente em um vaso de vidro transparente apenas com água; dentro do vaso coloquei também um cristal de ametista. A ametista tem o poder de transmutar a energia do ambiente quando este está carregado. Assim as duas cuidam muito bem de seu lar equilibrando tanto a energia da casa, quanto das pessoas que aí moram, visitam ou trabalham. Posso dizer que foi uma grande ideia e um grande sucesso entre as amigas! Todas gostaram muito!
Atualmente, por causa do mosquito da dengue, deixo minha jiboia em vaso com terra, mas sempre com um cristal de ametista dentro do vaso. Experimente!
Alerta
Por ser uma Planta Tóxica as pessoas que tem crianças e/ou animais de estimação devem tomar cuidado.
Um blog para quem gosta de verde, plantas e jardins

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Posted: 08 Aug 2019 10:22 AM PDT
Nome Científico: Dypsis lutescens
Nomes Populares: Palmeira-areca, Areca, Areca-bambu
Família: Arecaceae
Categoria: Arbustos, Arbustos Tropicais, Palmeiras
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: África, Madagascar
Altura: 3.0 a 3.6 metros, 3.6 a 4.7 metros, 4.7 a 6.0 metros, 6.0 a 9.0 metros
Luminosidade: Meia Sombra, Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
A palmeira-areca é umas das palmeiras mais populares do mundo, tanto no jardim quanto na decoração de interiores. De estipes múltiplos, chega a ser muito entouceirada. Os estipes são elegantes, anelados, com bainhas de coloração verde-esbranquiçada a amarelada. As folhas são grandes, verdes, recurvadas, compostas por 20 a 50 pares de folíolos, com pecíolos e ráquis amarelados. As inflorescências são ramificadas, com numerosas e pequenas flores de cor branco-creme, perfumadas. Os frutos são verde-amarelados e tornam-se arroxeados quando maduros.
Em comparação com outras palmeiras, a areca-bambu apresenta rápido crescimento. Ela pode ser conduzida de duas formas: com porte arbustivo (com muitos caules – atinge até 3 metros) ou arbóreo (com poucos caules – atinge até 9 metros). O porte arbustivo é natural, isto é, não é necessário nenhum tipo de manejo para que a planta fique entouceirada. Já o porte arbóreo, é conseguido através da poda dos estipes excedentes pela base. Esta poda deve ser realizada continuamente, sempre que surgirem novas brotações, para que os estipes selecionados ganhem vigor e se sobressaiam.
Como o sol incide sobre a areca-bambu?
Essa palmeira aprecia sol pleno, embora consiga se desenvolver em locais com iluminação indireta. O importante é que ela tenha acesso à luz solar por algum período.
Há um porém estético: caso ela esteja sob o sol diretamente, isso pode causar o amarelamento das folhas. Há quem considere isso charmoso, há quem não goste.
A areca bambu está em seu período de florescimento?
Suas flores crescem em ramas numerosas e são pequenas, com cor e textura branca. São perfumadas e elas atraem polinizadores naturais por isso.
Como está solo em que a planta está fixada?
O substrato da areca bambu precisa ser bem fertilizado e enriquecido com matéria orgânica, leve e de fácil drenagem, pois ela precisa ser constantemente regada. O escoamento dos eventuais excessos de água é importante para que não haja vetores de crescimento de fungos e bactérias nocivas à palmeira.
O importante é não deixá-la sem irrigação mas não exagerar na dose.
A areca bambu está fixa no solo ou em um vaso?
Se a planta estiver envasada, tome cuidado para que os períodos em que ela estiver à meia sombra não sejam muito longos.
Sempre que possível, deixe-a a sol pleno durante a manhã ou no final de tarde.
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Posted: 08 Aug 2019 10:00 AM PDT
 O Parque Na cional da Chapada dos Veadeiros é uma área de preservação de cerrado de altitude localizada na Chapada dos Veadeiros, região Nordeste do estado de Goiás, no Centro-Oeste do Brasil. Foi criado, em 1961, pelo Presidente da República, Juscelino Kubitschek, com o nome de Parque Nacional do Tocantins.
Em dezembro de 2001 foi reconhecido como Patrimônio Natural Mundial da Humanidade pela Unesco. Entre as espécies da fauna que habitam o parque, cerca de cinquenta são classificadas como raras, endêmicas ou sob risco de extinção na área.
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Posted: 07 Aug 2019 04:28 PM PDT

Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. Acompanhe:
Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
 Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
 O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
 No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.
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