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terça-feira, 8 de junho de 2021

Polícia da Itália desmantela grupo neonazista

Polícia da Itália desmantela grupo neonazista REDAÇÃO Publicado 08/06/2021 às 14h58 Polícia da Itália desmantela grupo neonazista Foto: Divulgação - PUBLICIDADE - Grupo antissemita está na mira do Ministério Público da Itália desde 2019. A polícia da Itália desmantelou, nesta segunda-feira (7), um grupo neonazista que instigava ações violentas contra judeus e imigrantes. Chamado de “Ordem Ariana Romana“, o grupo antissemita mantinha duas páginas no Facebook e uma comunidade na VK onde difundia conteúdos racistas. Além disso, a organização tinha um grupo de WhatsApp batizado como “Liga Livre de Judeus“, no qual ações violentas antissemitas e contra imigrantes eram planejadas. Ao todo, 12 indivíduos entre 26 e 62 anos de idade foram alvos de medidas cautelares em todo o país. Entre os alvos estava Francesca Rizzi, que em 2019 venceu um concurso na rede social russa VK batizado como “Miss Hitler“. Foto: Reprodução Ainda de acordo com os investigadores italianos, o grupo havia iniciado a planejar um atentado contra uma estrutura da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN). Os membros do grupo antissemita não foram presos, mas terão de se apresentar à Justiça periodicamente, segundo informações da agência ANSA. - PUBLICIDADE - TÓPICOS Mundo itália COMPARTILHE Compartilhar no whatsapp Compartilhar no telegram Compartilhar no pinterest Compartilhar no linkedin Compartilhar no reddit Anterior Deputada democrata compara EUA ao Hamas e Talibã Bolsonaro mira ‘Estados que fizeram supernotificação’ da Covid-19 Próximo CONTEÚDO PROMOVIDO Mgid Mgid Melhores cartões de crédito de Junho/2021: ofertas e recompensas Pesquisar Anúncios Se você sofre com dores no joelho ou quadril, você deve ler isso! Dr Zero Dor Médico: é por isso que você tem menos virilidade após os 50 Doutornature Faça isto antes de dormir e perca até 5 kilos em 30 dias! Dr Zero Peso Restaure 100% da visão em qualquer idade Visão Recupere a sua visão sem óculos e sem cirurgia Vision RX20 Vídeo: cratera engole carros em estacionamento em Jerusalém - Renova Mídia Cursos de inglês acadêmico que você pode fazer online Pesquisar Anúncios Casais famosos que se separaram durante a quarentena Brainberries Conselho de Ética da Câmara aprova perda de mandato de Flordelis - Renova … Suspensão da Copa América: sessão de emergência no STF - Renova Mídia Basta 1 xícara disto antes de dormir e 14,5kg desaparece em 1 mês Keto Aluguel de carros em Ceara: os melhores preços Pesquisar Anúncios Com 1 copo disto todas as manhãs você pode perder 6kg em 10 dias Keto Redux Método caseiro para reparar a visão. Efeito após uma noite! RX 20 - PUBLICIDADE - e-consulters - PUBLICIDADE - - PUBLICIDADE - Logo RENOVA Míidia Horizontal RENOVA Mídia é um portal de conteúdo. Mantemos uma cobertura em tempo real dos principais acontecimentos do Brasil e do Mundo. Jornalismo sem o filtro politicamente correto. NAVEGAÇÃO HOME SOBRE CONTATO NEWSLETTER / NOTIFICAÇÕES COMUNICAR ERRO SUGESTÃO DE PAUTA REDES SOCIAIS Telegram Facebook-f Twitter Instagram Youtube Linkedin-in Pinterest Rss Política de Privacidade • Termos de Uso © 2017-2021 - RENOVA Mídia.

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

ASÍ FUE EL JUICIO CONTRA EL CRIMINAL NAZI ADOLF EICHMANN, A 59 AÑOS DE SU SENTENCIA

ASÍ FUE EL JUICIO CONTRA EL CRIMINAL NAZI ADOLF EICHMANN, A 59 AÑOS DE SU SENTENCIA 11/01/2021 Un 15 de diciembre de 1961 recibió sentencia Adolf Eichmann. El juicio fue particular no sólo porque se trataba de uno de los criminales de guerra más infames del mundo, sino también porque sería uno de los primeros en ser filmado y televisado para las grandes audiencias. El juicio interpeló a millones de personas alrededor del mundo que por primera se enteraron de los detalles del Holocausto. Además, tuvo la particularidad de contar con las historias de los sobrevivientes del Holocausto y dar cuenta de crímenes que excedían a los juicios de Nuremberg. El procedimiento judicial se llevó a cabo en el Tribunal de Distrito de Jerusalén entre abril y diciembre de 1961. Eichmann se desempeñó como jefe de operaciones de las SS y estuvo a cargo de organizar la deportación de las comunidades judías de Central Europa a los campos de exterminio del Este. Estas acciones se cometieron simultáneamente con la formación de las fuerzas de tarea alemanas, la Einsatzgruppen, para el exterminio de los judíos soviéticos. Su rol fue fundamental en la ejecución del plan nazi de exterminio de los judíos europeos. A principios de 1942, tras la Conferencia de Wannsee que encargó y en la que se acordó la “solución final”, se le dio a Eichmann aún más autoridad para gestionar el traslado de judíos a los campos de exterminio. Eichmann fue secuestrado por el Mossad en mayo de 1960 de su residencia en Argentina, donde vivía bajo la falsa identidad de Ricardo Klement. Argentina presentó una denuncia oficial al Consejo de Seguridad de Naciones Unidas y condenó el secuestro, reconociendo formalmente la necesidad de llevar a Eichmann a juicio. El primer ministro israelí de ese entonces, David Ben Gurion anunció su captura a la Knesset el 23 de mayo, cuando dijo, “debo informar a la Knesset que hace algún tiempo, las fuerzas de seguridad israelíes localizaron a uno de los mayores criminales nazis, Adolf Eichmann, quien estaba a cargo, junto con el liderazgo nazi, de lo que ellos denominaron ‘La solución final al problema judío’, es decir, el exterminio de seis millones de miembros de la comunidad judía de Europa. Adolf Eichmann ya está detenido en Israel y pronto será llevado a juicio de acuerdo con con la Ley (Castigo) Nazis y Colaboradores Nazis, 5710 – 1950”. Eichmann fue acusado de crímenes de lesa humanidad, crímenes contra el pueblo judío, crímenes de guerra y pertenencia a una organización ilegal. Los jueces que presidieron su juicio fueron Moshe Landoy, el Dr. Benjamín Halevi e Yitzhak Raveh. El fiscal principal fue Gideon Hausner, quien pronunció un dramático discurso de apertura. Se llevaron ante el tribunal más de 100 testimonios y 1 mil 600 documentos. Eichmann afirmó que simplemente estaba “siguiendo órdenes”, pero en una entrevista que concedió en 1957, admitió que “si tuviéramos éxito en matarlos a todos … habría sido feliz”. Fue declarado culpable y condenado a muerte. Esta fue la primera y única pena de muerte condenada en el Estado de Israel. Su apelación a la Corte Suprema fue rechazada en mayo de 1962. El juicio y la sentencia de una figura nazi destacada en un tribunal israelí se consideró un evento muy significativo, así como la exposición masiva del público israelí a los eventos de la guerra y los testimonios dados durante el juicio por los sobrevivientes del holocausto. Publicado vía ©EnlaceJudío Comparte esto: Correo electrónicoFacebookTwitterImprimir Relacionado Descubrieron la placa en honor a las víctimas del Holocausto en el Parque de la Democracia En «Homenaje víctimas del Holocausto» Winton, el héroe británico que salvó a 669 niños del Holocausto En «Personalidades» Falleció Elie Wiesel, una figura central de nuestro tiempo En «AMIA» Categoría : Uncategorized Navegador de artículos← Mujer judía gana caso contra iglesia polaca por terreno robado después del Holocausto

terça-feira, 24 de abril de 2018

Nota Oficial - Marca brasileira lança coleção que lembra roupas nazistas

  

Nota Oficial - Marca brasileira lança coleção que lembra roupas nazistas

A Federação Israelita do Estado de São Paulo repudia a coleção "Noite de Berlim", da marca catarinense Lança Perfume, que provocou grande revolta nas redes sociais ao usar símbolos que lembram o nazismo em suas roupas. Consideramos a coleção inoportuna, inadequada e ofensiva à memória dos 6 milhões de vítimas do Holocausto, período nefasto da história da humanidade.

Não é a primeira vez que o mundo da moda se utiliza de símbolos da Alemanha nazista para criarem suas coleções. Isto nos ofende e ofende a memória daqueles que lá morreram, bem como dos sobreviventes e de seus parentes.

Em sua página do Facebook, a grife chegou a expressar que os aspectos da cultura alemã utilizados iam desde características do punk, da androginia até a história pós-queda do Muro de Berlim. A marca chegou a afirmar no texto que as observações postadas na internet por pessoas que estavam incomodadas com o uso dos símbolos seriam feitas "com base em desconhecimento, desinformação e preconceito".

Não aceitamos, que em pleno século XXI, manifestações como esta fiquem impunes e se propaguem. Já acionamos as autoridades competentes, e mesmo após a marca Lança Perfume rever, em manifestação pública, seu posicionamento sobre a questão, entendemos que não podemos permitir que expressões perigosas de discriminação sejam semeadas em nosso país.

À esquerda, foto de oficiais nazistas (Wikimedia Commons); à direita, looks da nova coleção da Lança Perfume (reprodução/Instagram).
  
 
www.fisesp.org.brFEDERAÇÃO ISRAELITA DO ESTADO
DE SÃO PAULO
Juntos fazemos mais