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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Quem é Fabio Wajngarten, o polêmico chefe da Secom de Bolsonaro

Quem é Fabio Wajngarten, o polêmico chefe da Secom de Bolsonaro André Shalders - @andreshalders Da BBC News Brasil em Brasília 22 janeiro 2020 Chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fabio WajngartenCRÉDITO,AGÊNCIA BRASIL Legenda da foto, Chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, foi alvo de reportagens do jornal Folha de S.Paulo O atual chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), Fabio Wajngarten, divide opiniões entre publicitários e profissionais que trabalham na comunicação do governo. Alguns dizem que a chegada dele, em abril de 2019, representou um alívio após quatro meses de comando de militares pouco familiarizados com o setor de comunicação. Outros dizem que Wajngarten pouco atua no dia a dia da Secom, a poderosa repartição da Secretaria de Governo, comandada pelo ministro Luiz Eduardo Ramos, que centraliza a propaganda (e a liberação de verbas de publicidade) do governo federal. O empresário prefere ficar ao lado de Jair Bolsonaro, enquanto a Secom é tocado por um subordinado, dizem. Fabio Wajngarten chegou ao governo em abril de 2019, com a missão de melhorar a relação do governo com as empresas de mídia. Na época, a nomeação teve o apoio público do filósofo e guru Olavo de Carvalho, que era crítico ao então superior de Wajngarten, o ex-ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo). O chefe da Secom entrou em evidência na última quarta-feira (15), com uma reportagem do jornal Folha de S.Paulo. Pule Talvez também te interesse e continue lendo Talvez também te interesse Manifestantes comemoram aprovação de lei do aborto em Buenos Aires Como a pressão das mulheres abriu caminho para a legalização do aborto na Argentina Moro nesta sexta 'Presidente queria alguém na PF com quem pudesse colher informações': dez frases cruciais de Moro em seu anúncio de demissão Gilberto Carvalho 'O PT tem que visitar seus demônios', afirma ex-ministro de Lula e Dilma Pazuello e Queiroga CPI da Covid: Queiroga e Pazuello serão reconvocados; veja quem serão os próximos a depor Fim do Talvez também te interesse Segundo o texto, Wajngarten segue como o principal sócio de uma empresa, a FW Comunicação e Marketing, que presta consultorias e recebe dinheiro de TVs e empresas de publicidade contratadas pela própria Secretaria comandada por ele — o que implicaria em conflito de interesses. A legislação proíbe integrantes da cúpula do governo de manter negócios com pessoas físicas ou jurídicas que possam ser afetadas por suas decisões. O conflito de interesses pode configurar ato de improbidade administrativa; a lei, nesse caso, prevê penalidades como a demissão do agente público. Wajngarten nega irregularidades e diz que se afastou da gestão da empresa antes de assumir o cargo, conforme determinado pela Casa Civil, responsável pelos trâmites da posse dos servidores públicos. Ele segue como dono de 95% da FW. Sua mãe controla os 5% restantes. Segundo a Folha de S. Paulo, a FW mantém contratos com pelo menos cinco empresas que receberam recursos do governo federal, entre elas as emissoras Band e Record, cuja participação no bolo da publicidade federal cresceu durante o 1º ano da gestão de Bolsonaro. Além das emissoras, a empresa de Wajngarten também presta serviços a agências de publicidade que atendem contas do governo: Artplan, Nova/SB e Propeg. CRÉDITO,REUTERS Legenda da foto, Fabio Wajngarten gosta de ficar perto de Bolsonaro e delega os serviços da Secom a subordinados Durante o mandato de Wajngarten, a Artplan também viu sua participação nas verbas de publicidade da Secom crescer em 36%, tornando-se a agência que mais recebeu verbas da pasta: R$ 70 milhões. Os dados foram levantados pela Folha de S. Paulo nas planilhas da Secom. Depois que assumiu a Secom, Wajngarten deixou a FW Comunicação e Marketing a cargo do empresário Fábio Liberman — o irmão dele, Samy Liberman, é o atual nº 2 na hierarquia do órgão. Os valores pagos pelas emissoras a Wajngarten são relativamente pequenos. O Grupo Bandeirantes, dono da Band, disse contratar a empresa dele desde 2004. Em 2019, a Band pagou R$ 109 mil à FW, em troca de serviços como o mapeamento de anunciantes. Depois da reportagem da Folha de S.Paulo, Jair Bolsonaro disse que manteria o secretário em seu cargo. "Se for ilegal, a gente vê lá na frente. Mas, do que eu vi até agora, está tudo legal com o Fabio. Vai continuar (no cargo), é um excelente profissional. Se fosse uma porcaria, igual a alguns que têm por aí, ninguém o estaria criticando", disse o presidente da República. O imbróglio, porém, está longe de terminar. O caso será analisado na próxima terça-feira (28) pela Comissão de Ética Pública da Presidência — um órgão consultivo, cuja tarefa é aconselhar o presidente da República sobre a conduta de ministros e altos funcionários como Wajngarten. Embora não possa demitir Wajngarten, a comissão tem o poder de aplicar advertências e censuras públicas aos acusados. Em outra frente, o Ministério Público de Contas resolveu investigar a conduta de Wajngarten no âmbito do Tribunal de Contas da União (TCU) — o procurador Lucas Rocha Furtado defende que o TCU apure uma possível violação da Lei de Conflito de Interesses (sancionada em 2013, pela ex-presidente petista Dilma Rousseff). Além disso, a juíza federal Solange Salgado, da 1ª Vara Federal de Brasília, determinou a Wajngarten que se manifeste sobre o assunto. O pedido da juíza decorre de uma ação popular formulada pelo PSOL, que pede o afastamento do secretário. No começo da noite de quarta-feira (15), Wajngarten defendeu seu trabalho junto ao mercado publicitário, e negou qualquer irregularidade, além de criticar a Folha de S.Paulo. "(Estou aqui) Porque eu confio nele (Bolsonaro) e porque estou encantado com o que estou vivendo aqui desde abril. Estejam certos que deixar esposa, uma criança com necessidades especiais de oito anos, e mais duas crianças pequenas (em casa) não é fácil", disse. "Eles estão mexendo com a pessoa errada. Não é justo, não é correto. Eu não estou aqui na guerrinha A, B, C ou D. Quando a comunicação estiver errada, vou dizer que está errada. Quando o Fabio estiver errado, eu pego minha malinha e vou embora, o que não é o caso. Não foi nada justa a condução da matéria, não foi nada equilibrada, a matéria", reclamou ele. CRÉDITO,REUTERS Legenda da foto, Fabio Wajngarten afirmou que ocupa o cargo na Secom porque 'confia' no presidente Jair Bolsonaro 'Como se fosse o Franklin Martins do Lula' Fabio Wajngarten é um empresário paulistano de pouco mais de 40 anos. É formado em Direito, e em 2002 concluiu uma pós-graduação em Serviços de Marketing na ESPM em São Paulo. Seu pai, Mauricio Wajngarten, é um cardiologista conhecido em São Paulo. Sua empresa tem o nome fantasia de Controle da Concorrência. Além dos levantamentos de audiência, a empresa faz também o que se chama de "checking" no mercado de publicidade — isto é, verificar se as peças publicitárias contratadas foram realmente veiculadas. Wajngarten conheceu Bolsonaro em 2016, e o auxiliou durante o período da campanha eleitoral. Também levou o então deputado federal a eventos da comunidade judaica em São Paulo — um exemplo foi um jantar da instituição filantrópica Hadassah Brasil, da área de saúde. Segundo publicitários e jornalistas que trabalham com a comunicação pública, a chegada de Wajngarten à Secom realmente ajudou a esfriar os ânimos do setor — com quem o governo vivia em atrito nos primeiros tempos. "Todo o mercado comemorou a chegada dele (Wajngarten), justamente porque ele é um empresário da comunicação. Antes, tivemos quatro meses de um clima cinza, nublado. Os generais brecavam tudo, desconfiavam de tudo e de todos. Não sabiam a diferença entre pesquisa qualitativa e quantitativa, não sabiam o que é um plano de mídia", diz um publicitário de uma das principais agências que atendem o governo, sob condição de anonimato. "O Santos Cruz pensava que o BV (Bônus de Veiculação) era crime. Tivemos de mostrar a ele que não era, que estava na lei", diz o profissional. "A gente torce para que isto (a situação na Secom) se acalme, para que se use o bom senso", completa. O BV é uma comissão paga às agências de publicidade na compra de espaços de mídia. CRÉDITO,AGÊNCIA BRASIL Legenda da foto, Wajngarten conheceu Jair Bolsonaro em 2016, e o auxiliou durante o período da campanha eleitoral de 2018 Outros profissionais consultados pela BBC News Brasil dizem que Wajngarten pouco cuida do dia a dia da Secom e da relação com as agências de publicidade — este papel é exercido principalmente pelo publicitário Glen Lopes Valente, que chefia a área de Publicidade e Promoção da Secom. Wajngarten, enquanto isso, prefere ficar ao lado do presidente da República e aconselhá-lo na relação com os jornais, além de fazer sugestões sobre como responder a crises. "Esse Fabio está mais ao lado do presidente, como um assessor de comunicação, aconselhando sobre como reagir ou não do que dentro da Secom, operando a Secom", diz um segundo publicitário. "Ele é como se fosse um Franklin Martins. (O jornalista capixaba) era um cara que tinha muito poder na formulação das declarações, que ficava sentado ao lado do Lula nas crises", diz esse profissional. Wajngarten mantém contato com a cúpula das principais TVs abertas do país há bastante tempo. Com o apoio dos canais Record, SBT, Band e Rede TV, ele comandou a tentativa de emplacar, no Brasil, uma alternativa ao Ibope na aferição de audiência do país, através do instituto alemão GfK. O objetivo era destronar o Ibope — instituto que tem na Globo a sua principal cliente, e que é o virtual monopolista da atividade no Brasil. A empreitada, porém, deu errado. As empresas de TV retiraram o apoio ao instituto alemão, que encerrou suas atividades em 2017, após deparar-se, segundo comunicado do diretor financeiro da empresa, "com um cenário que tornou insustentável a manutenção dos serviços de medição quantitativa contínua de mídia no Brasil". Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? 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O conflito de interesses pode configurar ato de improbidade administrativa; a lei, nesse caso, prevê penalidades como a demissão do agente público. Wajngarten nega irregularidades e diz que se afastou da gestão da empresa antes de assumir o cargo, conforme determinado pela Casa Civil, responsável pelos trâmites da posse dos servidores públicos. Ele segue como dono de 95% da FW. Sua mãe controla os 5% restantes. Segundo a Folha de S. Paulo, a FW mantém contratos com pelo menos cinco empresas que receberam recursos do governo federal, entre elas as emissoras Band e Record, cuja participação no bolo da publicidade federal cresceu durante o 1º ano da gestão de Bolsonaro. Além das emissoras, a empresa de Wajngarten também presta serviços a agências de publicidade que atendem contas do governo: Artplan, Nova/SB e Propeg. Fabio Wajngarten e Jair Bolsonaro CRÉDITO,REUTERS Legenda da foto, Fabio Wajngarten gosta de ficar perto de Bolsonaro e delega os serviços da Secom a subordinados Durante o mandato de Wajngarten, a Artplan também viu sua participação nas verbas de publicidade da Secom crescer em 36%, tornando-se a agência que mais recebeu verbas da pasta: R$ 70 milhões. Os dados foram levantados pela Folha de S. Paulo nas planilhas da Secom. Depois que assumiu a Secom, Wajngarten deixou a FW Comunicação e Marketing a cargo do empresário Fábio Liberman — o irmão dele, Samy Liberman, é o atual nº 2 na hierarquia do órgão. Os valores pagos pelas emissoras a Wajngarten são relativamente pequenos. O Grupo Bandeirantes, dono da Band, disse contratar a empresa dele desde 2004. Em 2019, a Band pagou R$ 109 mil à FW, em troca de serviços como o mapeamento de anunciantes. Depois da reportagem da Folha de S.Paulo, Jair Bolsonaro disse que manteria o secretário em seu cargo. "Se for ilegal, a gente vê lá na frente. Mas, do que eu vi até agora, está tudo legal com o Fabio. Vai continuar (no cargo), é um excelente profissional. Se fosse uma porcaria, igual a alguns que têm por aí, ninguém o estaria criticando", disse o presidente da República. O imbróglio, porém, está longe de terminar. O caso será analisado na próxima terça-feira (28) pela Comissão de Ética Pública da Presidência — um órgão consultivo, cuja tarefa é aconselhar o presidente da República sobre a conduta de ministros e altos funcionários como Wajngarten. Embora não possa demitir Wajngarten, a comissão tem o poder de aplicar advertências e censuras públicas aos acusados. Em outra frente, o Ministério Público de Contas resolveu investigar a conduta de Wajngarten no âmbito do Tribunal de Contas da União (TCU) — o procurador Lucas Rocha Furtado defende que o TCU apure uma possível violação da Lei de Conflito de Interesses (sancionada em 2013, pela ex-presidente petista Dilma Rousseff). Além disso, a juíza federal Solange Salgado, da 1ª Vara Federal de Brasília, determinou a Wajngarten que se manifeste sobre o assunto. O pedido da juíza decorre de uma ação popular formulada pelo PSOL, que pede o afastamento do secretário. No começo da noite de quarta-feira (15), Wajngarten defendeu seu trabalho junto ao mercado publicitário, e negou qualquer irregularidade, além de criticar a Folha de S.Paulo. "(Estou aqui) Porque eu confio nele (Bolsonaro) e porque estou encantado com o que estou vivendo aqui desde abril. Estejam certos que deixar esposa, uma criança com necessidades especiais de oito anos, e mais duas crianças pequenas (em casa) não é fácil", disse. "Eles estão mexendo com a pessoa errada. Não é justo, não é correto. Eu não estou aqui na guerrinha A, B, C ou D. Quando a comunicação estiver errada, vou dizer que está errada. Quando o Fabio estiver errado, eu pego minha malinha e vou embora, o que não é o caso. Não foi nada justa a condução da matéria, não foi nada equilibrada, a matéria", reclamou ele. Presidente Jair Bolsonaro CRÉDITO,REUTERS Legenda da foto, Fabio Wajngarten afirmou que ocupa o cargo na Secom porque 'confia' no presidente Jair Bolsonaro 'Como se fosse o Franklin Martins do Lula' Fabio Wajngarten é um empresário paulistano de pouco mais de 40 anos. É formado em Direito, e em 2002 concluiu uma pós-graduação em Serviços de Marketing na ESPM em São Paulo. Seu pai, Mauricio Wajngarten, é um cardiologista conhecido em São Paulo. Sua empresa tem o nome fantasia de Controle da Concorrência. Além dos levantamentos de audiência, a empresa faz também o que se chama de "checking" no mercado de publicidade — isto é, verificar se as peças publicitárias contratadas foram realmente veiculadas. Wajngarten conheceu Bolsonaro em 2016, e o auxiliou durante o período da campanha eleitoral. Também levou o então deputado federal a eventos da comunidade judaica em São Paulo — um exemplo foi um jantar da instituição filantrópica Hadassah Brasil, da área de saúde. Segundo publicitários e jornalistas que trabalham com a comunicação pública, a chegada de Wajngarten à Secom realmente ajudou a esfriar os ânimos do setor — com quem o governo vivia em atrito nos primeiros tempos. "Todo o mercado comemorou a chegada dele (Wajngarten), justamente porque ele é um empresário da comunicação. Antes, tivemos quatro meses de um clima cinza, nublado. Os generais brecavam tudo, desconfiavam de tudo e de todos. Não sabiam a diferença entre pesquisa qualitativa e quantitativa, não sabiam o que é um plano de mídia", diz um publicitário de uma das principais agências que atendem o governo, sob condição de anonimato. "O Santos Cruz pensava que o BV (Bônus de Veiculação) era crime. Tivemos de mostrar a ele que não era, que estava na lei", diz o profissional. "A gente torce para que isto (a situação na Secom) se acalme, para que se use o bom senso", completa. O BV é uma comissão paga às agências de publicidade na compra de espaços de mídia. Fabio Wajngarten CRÉDITO,AGÊNCIA BRASIL Legenda da foto, Wajngarten conheceu Jair Bolsonaro em 2016, e o auxiliou durante o período da campanha eleitoral de 2018 Outros profissionais consultados pela BBC News Brasil dizem que Wajngarten pouco cuida do dia a dia da Secom e da relação com as agências de publicidade — este papel é exercido principalmente pelo publicitário Glen Lopes Valente, que chefia a área de Publicidade e Promoção da Secom. Wajngarten, enquanto isso, prefere ficar ao lado do presidente da República e aconselhá-lo na relação com os jornais, além de fazer sugestões sobre como responder a crises. "Esse Fabio está mais ao lado do presidente, como um assessor de comunicação, aconselhando sobre como reagir ou não do que dentro da Secom, operando a Secom", diz um segundo publicitário. "Ele é como se fosse um Franklin Martins. (O jornalista capixaba) era um cara que tinha muito poder na formulação das declarações, que ficava sentado ao lado do Lula nas crises", diz esse profissional. Wajngarten mantém contato com a cúpula das principais TVs abertas do país há bastante tempo. Com o apoio dos canais Record, SBT, Band e Rede TV, ele comandou a tentativa de emplacar, no Brasil, uma alternativa ao Ibope na aferição de audiência do país, através do instituto alemão GfK. O objetivo era destronar o Ibope — instituto que tem na Globo a sua principal cliente, e que é o virtual monopolista da atividade no Brasil. A empreitada, porém, deu errado. As empresas de TV retiraram o apoio ao instituto alemão, que encerrou suas atividades em 2017, após deparar-se, segundo comunicado do diretor financeiro da empresa, "com um cenário que tornou insustentável a manutenção dos serviços de medição quantitativa contínua de mídia no Brasil". 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A IMPARCIALIDADE DE FERNANDO DE LOTTENBERG E O CONIB

FERNANDO LOTTENBERG ,PRESIDENTE DO CONIB orgão máximo da comunidade judaica brasileira ,com justa razão repudiar as manifestações bolsonaristas em BRASILIA usando as bandeiras de ISRAEL,quando declarou que O JUDAISMO não tem causa política A OU B ,que não comunidade judaica tem hoemns e mulheres de todas as tendencias político-partidária esquerda,direita e centro e que todos são tratados por igual e que o judaismo não se alinha com causa política nenhuma . 1)Se vamos analisar a historia os judeus tiveram uma rápida ascenção com a independencia dos EUA de 1776 e a revolução francesa de 1789,e sempre defenderam a laicicidade ou seja o estado laico onde a religião está separada do estado;também os judeus tiveram um papel muito importante na democracia pluripartidaria assim como o sufrágio universal que é direito civil d eum cidadão é um voto independente de raça,sexo,cor,religião,área geobráfica,condição social,opção sexual etc . 2) Os principais fundadores do COMUNISMO INTERNACIONAL foram de origem judaicca:KARL MARX,VLADIMIR LENIN,LEÓN TROTSKY ,JOSEF STALIN, ROSA DE LUXEMBURGO, OLGA BENÁRIO PRESTES. 3) Aqui no BRASIL os judeus brasileiros sempre tiveram diversidade pluripartidaria : AARÃO STENBRUCK ex vereador do RIO DE JANEIRO RJ fundador do PSB PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO. JAIME LERNER ARQUITECTO ,URBANISTA foi 3 vezes PREFEITO MMUNICIPAL DE CURITIBA e 2 VEZES GOVERNADOR DEPARANÁ foi da direita :ARENA,PDS,PDT,PFL,DM. ALBERTO GOLMAN fundador do PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO ,foi do PMDB e PSDB varias vezes foi deputado federal,MINISTRO DE TRANSPORTES DO BRASIL,VICE GOVERNADOR E GOVERNADOR INTERINO DE SÃO PAULO. VLADIMIR HERZOG jornalista ,membro do então proscrito PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO ,preso politico torturado pelo regime militar brasileiro em 1975. ABRAHAM WEINTRAUB E flavio wajngarten que são do lado de JAIR BOLSONARO. JAQUES WAGNER EX GOVERNADOR DA BAHIA E SENADOR ELEITO EM 2018 filiado ao PT PARTIDO DOS TRABALHADORES foi ministro de LULA E DILMA ROUSSEFF. DILMA ROUSSEF filha de um judeu búlgaro,mais foi contra ISRAEL que não querer cumprimentar BENJAMIN NETANYAHU e se recusar a dar cidadania brasileira aos filhos de judeus brasileiros nascidos em ISRAEL. DAVID ALCOLUMBRE EX PRESIDENTE DO SENADO ,do DEM DESCENDENTE DE JUDEUS SEFARADITAS DO MARROCOS
CONCLUSSÕES: OS BOLSONARISTAS estão muito equivocados em querer forças um alinhamento

Ministro celebra trem carregado de soja partindo rumo a Santos

Ministro celebra trem carregado de soja partindo rumo a Santos REDAÇÃO Publicado 31/05/2021 às 14h13 Ministro celebra trem carregado de soja partindo rumo a Santos - PUBLICIDADE - “Obras no trecho concedido pelo governo estão próximas de sua conclusão”, diz Freitas. O primeiro trem carregado em fase de comissionamento partiu de Rio Verde, em Goiás, rumo ao Porto de Santos, em São Paulo, através da Ferrovia Norte-Sul. Quarenta vagões de um trem da empresa Rumo deixaram o terminal ferroviário em Goiás carregados de soja. Em mensagem no Twitter, neste domingo (30), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou que as “obras no trecho concedido pelo governo de Jair Bolsonaro em 2019 estão próximas de sua conclusão”. Freitas destacou que a conclusão da obras tornará “100% operacional” o traçado de Itaqui, no Maranhão, até Santos. A Ferrovia Norte-Sul foi projetada para ser a espinha dorsal do sistema ferroviário do Brasil, interligando as principais malhas das cinco regiões do país. Após a sua conclusão, a ferrovia terá uma extensão de 4.155 quilômetros e cortará os estados de Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, conectando os extremos do país. - PUBLICIDADE - TÓPICOS Brasil Ferrovia, Soja, Tarcísio Freitas COMPARTILHE Compartilhar no whatsapp Compartilhar no telegram Compartilhar no pinterest Compartilhar no linkedin Compartilhar no reddit Anterior Ministro descarta ‘risco de racionamento de energia’ no Brasil Crianças são sequestradas em escola na Nigéria Próximo CONTEÚDO PROMOVIDO Mgid Mgid Basta 1 xícara disto antes de dormir e 14,5kg desaparece em 1 mês Keto Faça isso antes de dormir, a artrite pode desaparecer logo! Dr Zero Dor Cursos de inglês em Ceara: compare preços Pesquisar Anúncios Restaure 100% da visão em qualquer idade Visão Isto melhora a visão 89% em 3 dias. Oftalmologistas pasmados Vision RX20 Beba isso à noite para remover a gordura abdominal em pouco tempo Keto Norte e Nordeste receberão 5,1 mil aparelhos de oxigênio - Renova Mídia Passagens aéreas multiplus Latam - compre barato aqui! Pesquisar Anúncios Recupere a sua visão sem óculos e sem cirurgia Visão BR-470, em Santa Catarina, está com obras de duplicação avançadas - Renova… Barroso debocha de Trump e garante segurança das urnas - Renova Mídia Médico: é por isso que você tem menos virilidade após os 50 Doutornature Passagens aéreas multiplus Latam - encontre ofertas quentes Pesquisar Anúncios Faça isto antes de dormir e perca até 5 kilos em 30 dias! Dr Zero Peso Método caseiro para reparar a visão. Efeito após uma noite! Vision RX20 - PUBLICIDADE -

Notícias do dia (Portos e Navios) - 31/05/2021

 



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Segunda, 31 Mai 2021 07:35

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