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Depois das cheias, a doença. As autoridades de Moçambique debatem-se agora com um surto de cólera na Beira. Espera-se que cheguem no sábado a esta região um milhão de vacinas. Em Portugal, o ministro da Defesa adianta que a ajuda aos moçambicanos vai “passar rapidamente para uma segunda fase” que incide em dois domínios – a saúde pública e a reconstrução. Em última hora, a notícia do resgate de um português pelos fuzileiros.
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Moçambique. Governo confirma surto de cólera
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Segundo o diretor nacional de Assistência Médica de Moçambique, cinco pessoas morreram com cólera na Munhava , o bairro mais populoso da cidade da Beira, na província de Sofala. Uma informação que começou por ser avançada pela RTP na noite de terça-feira. A enviada da televisão pública àquele país africano, Cândida Pinto, apurou que estão neste momento identificados 2700 casos de diarreia. Além da vacinação, as prioridades passam também por “rapidamente melhorar a qualidade da água” e promover medidas de higiene, como explicou esta manhã o enviado da Antena 1, José Manuel Rosendo.
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Papa vai a Moçambique em setembro
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A confirmação da visita do Sumo Pontífice da Igreja Católica partiu do Presidente moçambicano, durante uma comunicação ao país . É a segunda vez que um Papa visita Moçambique, depois de João Paulo II ter ali estado há 30 anos. Para Filipe Nyusi, a deslocação de Francisco é um “marco histórico e uma oportunidade para reforçar a fé do povo moçambicano”.
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Ajuda passa à fase de "saúde pública e reconstrução"
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O ministro da Defesa afirmou que Portugal não está a contar enviar mais contingentes militares para território moçambicano. “As Forças Armadas estão lá no momento de resgate e de apoio, de salvar vidas, no fundo. Vamos passar rapidamente para uma segunda fase, que é essencialmente de saúde pública e de reconstrução. Esse momento já não será o momento das Forças Armadas, ou seja, essa emergência imediata parece já estar a passar”, explicou João Gomes Cravinho , que falava à margem de uma conferência no Porto.
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Risco de incêndio. Queimadas proibidas até domingo
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Estão proibidas desde as 0h00 desta quarta-feira as queimadas em território português. A medida é enquadrada pela Declaração da Situação de Alerta e tem em conta as previsões de “agravamento do risco de incêndio florestal”. Assinado na noite de terça-feira, o despacho proíbe a “realização de queimadas, de queimas de sobrantes de explorações agrícolas e florestais e de ações de gestão de combustível com recurso à utilização de fogo”. São também tomadas medidas excecionais para a dispensa dos trabalhadores dos sectores público e privado “que desempenhem cumulativamente as funções de bombeiro voluntário”. Na terça-feira, incêndios em Vila Nova de Gaia, Esposende e Oliveira de Azeméis mobilizaram centenas de meios de combate. Os bombeiros dominaram entretanto as chamas.
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Tancos. Falhas não significam fim da PJM
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O ministro da Defesa defende que as eventuais falhas de funcionamento da Polícia Judiciária Militar no caso do furto dos Paióis Nacionais de Tancos não significam que aquela estrutura de investigação “não tenha razão de ser”. João Gomes Cravinho considera que, por um lado, há um “arranjo institucional, que tem toda a sua lógica”. Outro prisma é o de eventuais falhas que possam ter ocorrido. “Não há ligação entre uma coisa e outra”, vincou o governante .
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A antevisão da jornada 27 do campeonato
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O Benfica recebe no próximo sábado o “aflito” Tondela, como escreve aqui o Mário Aleixo. Isto no mesmo dia em que o Futebol Clube do Porto, em igualdade pontual com o emblema da Luz, tem por diante um teste de monta com o Sporting de Braga. Os bracarenses estão a cinco pontos dos dois da frente. A oito pontos da liderança está o Sporting, que visita o terreno do Desportivo de Chaves, antepenúltimo classificado da I Liga, mas que soma três jogos consecutivos sem perder.
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A missão dos fuzileiros em Buzi
Os correspondentes da RTP em Moçambique Pedro Martins e Gabriel dos Santos acompanharam os fuzileiros portugueses que estão na província moçambicana de Sofala. Estes operacionais da força especial da Armada têm por missão levar medicamentos e comida às zonas mais isoladas. O hospital local está praticamente destruído. Mas tal não impediu que nascessem três crianças.
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