PELA AMIZADE INTERCAMBIO ENTRE AMERICA LATINA E ISRAEL,CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA E DISCRIMINAÇÃO ;A DIVERSIDADE CULTURAL E RELIGIOSA APOIANDO ISRAEL.
POR LA AMISTAD E INTERCAMBIO ENTRE AMERICA LATINA E ISAREL,CONTRA AI NTOLERANCIA RELIGIOSA Y DISCRIMINACIÓN;LA DIVERSIDAD CULTURAL Y RELIGIOSA APOYANDO ISRAEL.
FOR FRIENDSHIP EXCHANGE BETWEEN LATIN AMERICA AND ISRAEL, AGAINST RELIGIOUS INTOLERANCE AND DISCRIMINATION;CULTURAL AND RELIGIOUS DIVERSITY SUPPORTING ISRAEL
Cruz Vermelha alerta que número pode passar de mil.
Cerca de 200 mil pessoas estão desaparecidas depois de ciclone na África
O número de mortos na passagem do ciclone Idaisubiu para 557 nesta sexta-feira (22), segundo autoridades citadas pela Associated Press.
Um balanço da Organização das Nações Unidas (ONU) indica que 259 pessoas morreram em Moçambique e 56 no Malawi. Já o levantamento do Ministério da Defesa do Zimbábue aponta que 259 morreram no país.
Sobreviventes fazem abrigo ao lado de estrada a 50 km de Beira, em Moçambique, nesta sexta-feira (22) — Foto: Tsvangirayi Mukwazhi/AP
Ciclone Idai atinge Moçambique e afeta outros dois países da África — Foto: Rodrigo Sanches/G1
Na quinta-feira (21), a chefe do escritório humanitário da ONU para o sul e leste da África, Gemma Connell, afirmou que os números podem subir, principalmente em Moçambique, onde uma vasta região continua inundada.
O secretário-geral da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, Elhadj As Sy, afirmou que o número de mortes pode passar de mil, como o presidente de Moçambique havia previsto inicialmente.
Criança é transportada dentro de geladeira em Buzi, região próxima a cidade de Beira, em Moçambique — Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters
Ele ressalta que a necessidade de ajuda humanitária é grande. "Eles não estão nem perto da magnitude do problema. Temo que veremos melhor nas próximas semanas e meses. Devemos nos preparar", afirmou.
Ajuda difícil
A cidade da Beira, que ficou 90% destruída com a passagem do furacão na quinta-feira (14), tornou-se um centro para esforços frenéticos de resgate em toda a região.
Centro de ajuda humanitária para acolher sobreviventes em Beira, em Moçambique — Foto: Denis Onyodi/Red Cross/Reuters
Mas a distribuição de alimentos a milhares de sobreviventes começou de forma caótica, provocando cenas de raiva e frustração, enquanto as equipes de resgate tentam socorrer os sobreviventes presos em telhados ou campos alagados.
Em Dondo, no centro de Moçambique, centenas de pessoas correram na quinta-feira para receber uma ração em uma escola transformada em campo de deslocados, constatou a AFP.
"Eu tenho quatro filhos e eles só me dão pão? Preciso de um saco de comida", reclamou um homem.
"Eles não distribuem para todos, apenas para aqueles que estão dentro. Aqueles que estão do lado de fora não recebem nada", lamentou Marta Antonio, que carregava seu filho pequeno.
Os voluntários reconhecem a dificuldade da tarefa. "A magnitude da situação vai muito além do que um país ou governo pode fazer", explicou Gerry Bourke, porta-voz do Programa Mundial de Alimentos.
Homem acena perto da sua casa inundada após a passagem do Ciclone Idai no distrito de Buzi, perto de Beira, em Moçambique — Foto: Reuters/Siphiwe Sibeko
A partir desta sexta, os socorristas usarão drones para inspecionar as áreas inundadas. "Vamos ter uma ideia melhor das áreas afetadas", explicou o ministro do Meio Ambiente de Moçambique, Celso Correia.
Enquanto isso, no céu, os helicópteros continuavam sua busca por sobreviventes, bloqueados no meio das inundações.
Escolas, hotéis e igrejas foram requisitadas para serem transformados em abrigos em Moçambique e no Zimbábue.
Em Beira, o hospital principal, cujo telhado foi parcialmente danificado, só funciona a 40% de sua capacidade. Mas nas ruas, a normalidade retornava progressivamente, e na sexta-feira filas de formavam diante dos bancos que reabriam as portas.
Os veículos já podem circular por algumas ruas. A rede telefônica, interrompida por vários dias, voltou a funcionar, embora de forma intermitente.
As operações de reconstrução também começam lentamente. Alguns habitantes buscam entre os escombros de um supermercado chapas de metal para construir casas precárias. E os técnicos trabalhavam para restaurar as linhas telefônicas e a eletricidade.
Quanto à saúde, a preocupação cresce. Houve casos de diarreia, de acordo com o prefeito de Beira, enquanto voluntários e socorristas alertaram para o risco de cólera ou febre tifóide.
Dada a magnitude dos danos, uma conferência de doadores está agendada para 11 de abril.
Zimbábue e Malawi
Após destruir Beira, que é a segunda maior cidade de Moçambique, com ventos de mais de 177 km/h, seguidos de chuvas torrenciais, o ciclone seguiu para os países vizinhos Zimbábue e Malawi.
O Idai já é considerado a pior tempestade tropical a atingir a região nas últimas décadas e pode ser uma das piores a ter atingido o sudeste do hemisfério sul, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU).
No Zimbábue foi decretado luto nacional de dois dias, e os sobreviventes continuam buscando entre os escombros o que pode ser salvo.
Um telefone foi instalado em Chimanimani, epicentro da destruição no país. As famílias fazem fila para poder telefonar para suas famílias, enquanto os sobreviventes enterram seus mortos.
Cerca de 200 pessoas, incluindo 30 estudantes, seguem desaparecidas no Zimbábue.
Parlamentar do PSDB também será investigada por suspeita de integrar organização criminosa em Cajamar. Deputada disse que prestará esclarecimentos e comprovará 'lisura' de sua conduta.
A deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), durante audiência na Câmara — Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu uma investigação sobre a deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) por suposto envolvimento num esquema de compra de votos na cidade de Cajamar (SP).
O inquérito foi pedido pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, em fevereiro deste ano, e autorizado pelo ministro no último dia 12.
Procurada, a assessoria de Bruna divulgou nota (leia a íntegra mais abaixo) na qual afirmou que a deputada prestará os esclarecimentos à Corte e comprovará a "lisura de sua conduta durante o processo eleitoral, haja vista que em sua vida pública jamais compactuou com quaisquer práticas ilícitas."
O nome da deputada apareceu em duas tabelas apreendidas pela polícia com nome e telefone de dezenas de pessoas, denominadas "Reunião Bruna Furlan e Luiz Fernando".
O material foi colhido em outra investigação que tinha como alvos o vereador Geraldo Aparecido Lacerda Ferreira (PSDB-SP), conhecido como Cidão; e seu suplente Ronaldo Alves Pinto, eleitos em 2016.
Um adversário político dos dois denunciou um esquema pelo qual eram pagos R$ 50 por voto, que contaria ainda com a suposta participação do ex-prefeito de Cajamar, Daniel Fonseca (PSDB-SP), que teve o mandato cassado em 2015.
Também foram obtidos registros de conversas de Cidão no WhatsApp que comprovariam a existência do esquema.
Além de corrupção eleitoral, Bruna Furlan será investigada por suposta participação em organização criminosa. Ao autorizar o inquérito, o ministro Ricardo Lewandowski determinou a tomada de depoimento da deputada e dos demais suspeitos.
“À primeira vista, os fatos narrados na manifestação do Parquet [Ministério Público] podem constituir ilícitos penais, devendo-se salientar que, embora de forma ainda embrionária, os autos possuem elementos probatórios aptos a embasar o início das investigações”, escreveu no despacho.
Íntegra
Leia abaixo a íntegra da nota da deputada:
Nota de esclarecimento:
A Deputada Federal Bruna Furlan esclarece que tomou conhecimento na data de hoje, por meio da imprensa, sobre a existência de investigação promovida pelo Ministério Público Federal.
Contudo, informa que não teve até o momento acesso ao conteúdo da mencionada investigação e irá se manifestar tão logo tenha ciência da mesma.
De toda forma, a Deputada Federal Bruna Furlan entende que com a abertura do inquérito determinada pelo STF terá a oportunidade de prestar esclarecimentos e comprovar a lisura de sua conduta durante o processo eleitoral, haja vista que em sua vida pública jamais compactuou com quaisquer práticas ilícitas.
Fonte: G1
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