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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Posted: 01 Feb 2020 03:28 PM PST

Já é possível dizer que a pastora "terrivelmente evangélica" pode sonhar alto em termos eleitorais, a depender apenas de suas ambições políticas

Entre os ministros, Damares só perde em popularidade para Sérgio Moro

Entre os ministros, Damares só perde em popularidade para Sérgio Moro

A8SE
Que Sergio Moro é o ministro mais popular do atual governo, nem se discute. Até quem não gosta dele é obrigado a admitir que o ex-juiz arregimenta uma imensa legião de fãs. Agora, desconcertante para muitos – notadamente os de esquerda – é a popularidade e o respeito que a ministra Damares Alves desperta em multidões.
Seus adversários a tratam como anedota e a consideravam um alvo fácil de críticas demolidoras. Pois trago verdades: a pastora é provavelmente a mais forte das personalidades políticas reveladas pela recente onda conservadora que domina o país. E já é possível arriscar que Damares pode sonhar alto em termos eleitorais, a depender apenas de suas legítimas ambições e desejos.
Desde sua estreia para o grande público com “menino veste azul e menina veste rosa”, até a recente afirmação de que a campanha criada por seu ministério para evitar o sexo na adolescência é uma tentativa de combater a “legalização da pedofilia”, Damares coleciona frases polêmicas e declarações que fazem uivar os defensores do estado laico, dos direitos humanos e das questões identitárias. 
O que seus detratores se recusam a enxergar é que esses “absurdos” ditos pela ministra “terrivelmente evangélica” encontra forte apelo entre a população mais simples, pobre, religiosa, que mora e vive no mundo real das periferias. Esse discurso ecoa no chamado Brasil profundo – e é essa gente a quem Damares representa tão bem.
Em vez de debocharem da pauta e ideias de Damares Regina Alves, seus inimigos de esquerda deveriam abrir mão, primeiro, da superioridade moral que os impede de entender do que e com quem a ministra fala. Só depois desse exercício de inteligência e humildade, talvez consigam aprender a se comunicar com o povo sofrido que tanto dizem defender.
Posted: 01 Feb 2020 09:46 AM PST
Foram 49 votos a favor e 51 contra
Republicanos são maioria na Casa
Votação final deve ser na 4ª (5.fev)
Donald Trump em evento em dezembro de 2019. O presidente dos Estados Unidos conquistou vitória no processo de impeachment Gage Skidmore - 21.dez.2019

01.fev.2020 (sábado) 
O Senado dos Estados Unidos rejeitou nesta 6ª feira (31.jan.2020) a convocação de novas testemunhas e a análise de mais documentos para o processo de impeachment do presidente Donald Trump. É a 1ª vez na história dos EUA que os senadores abrem mão de ouvir testemunhas em processo de impeachment contra 1 presidente.
A votação foi uma vitória para Trump. Seu partido, o Republicano, comanda o Senado e teve quase 100% de seus representantes votando alinhados ao governo. Foram 51 votos contra novas evidências e 49 a favor.
Dos 53 republicanos na Casa, apenas 2 votaram junto aos democratas. Os senadores Mitt Romney –desafeto de Trump– e Susan Collins foram os governistas que se juntaram aos democratas para defender novas testemunhas e documentos.
A senadora republicana Lisa Murkowski, também da ala mais liberal do partido, chegou a sinalizar apoio a ouvir novas testemunhas, porém votou junto à sigla. Caso a congressista do Alasca votasse com a oposição, haveria 1 empate, o que levaria a 1 voto de desempate do presidente da Suprema Corte, John Roberts –que preside o julgamento.
Mesmo assim, o mais provável é que Roberts se esquivasse do voto para manter a imparcialidade. Além disso, o vice-presidente Mike Pence –que acumula o cargo de presidente do Senado– não estaria apto a votar no inquérito. Ou seja, 1 empate também derrubaria a medida, mantendo a vitória de Trump.

Próximos passos

Com a negativa do Senado à demanda democrata, resta apenas a votação final do impeachment de Trump. A decisão sobre o afastamento ou não do republicano deve ser tomada até 4ª feira (5.fev.2020). Os argumentos finais devem ser concluídos até 2ª feira (3.fev.2020).
É improvável que o presidente Donald Trump seja deposto. Sua vitória nesta 6ª (31.jan) mostra a força que a maioria da Casa lhe traz. São necessários 2/3 dos votos dos senadores (67) para retirar o mandatário do cargo.
Posted: 01 Feb 2020 07:36 AM PST
Prefeito do Rio foi a evento a convite de deputados do PSL


Anderson Moraes, Marcelo Crivella, Alana Passos e Carlos Jordy em evento do Aliança pelo Brasil Foto: Divulgação

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), participou na manhã deste sábado (1º) do mutirão para colher assinaturas para a criação do partido Aliança pelo Brasil, do presidente Jair Bolsonaro.
Crivella esteve nesta manhã no Campo de Santana, no Centro do Rio, a convite dos deputados Alana Passos (PSL-RJ) e Anderson Moraes (PSL-RJ).
– Desde o primeiro momento em que levamos a ideia de fazer o mutirão no Campo de Santana o prefeito se propôs a ajudar. Vir prestigiar a mobilização mostra que está comprometido com os valores da família e que torce pelo Brasil – afirmou a deputada Alana.
A meta dos fundadores do partido é colher 492 mil assinaturas. O número é o necessário para a criação da nova legenda, conforme ordena as leis eleitorais do país.
– Já alcançamos 60% da meta. Vamos seguir incansáveis e correndo contra o tempo para registrar o partido no TSE – prevê o deputado Anderson Moraes, um dos organizadores do evento deste sábado.
Posted: 01 Feb 2020 03:56 AM PST

O grupo mexicano RBD anunciou retorno em vídeo no YouTube; fãs especulam sobre a volta da banda


REDAÇÃO - Publicado em 01/02/2020
O grupo mexicano RBD anunciou um retorno misterioso e deixou os fãs enlouquecidos na tarde da segunda-feira (27). "O fenômeno voltará em breve. Fevereiro 2020", diz o vídeo de onze segundos publicado no canal do YouTube da banda. O teaser, que não traz detalhes, deixou os internautas curiosos com o que está por vir.

Em outro vídeo publicado no domingo (26), a banda anunciou: "A espera acabou. Em breve", comunicaram em uma gravação de dez segundos. Saudosista, o fã-clube começou a especular sobre o que seria o retorno.
Rumores de um possível revival do RBD começaram a circular na imprensa no final de 2019. Anahí, Alfonso Herrera, Dulce María, Christian Chávez, Maite Perroni e Christopher Uckerman se reencontraram em janeiro, com direito a foto nas redes sociais, e causaram alvoroço entre os fãs.

O retorno, no entanto, é incerto. Ainda não se sabe oficialmente se o sexteto retorna para shows, para um documentário ou se o burburinho é para uma reprise da novela no México.
O RBD surgiu dentro da novela Rebelde, produzida pela Televisa e exibida no Brasil pelo SBT. O grupo se tornou um fenômeno de vendas tendo os brasileiros com um de seus principais públicos. Em 2006, os mexicanos percorreram o país com a Tour Brasil. 
Em 2011, a Record produziu a versão brasileira da novela. Rebelde reuniu nomes conhecidos do publico atualmente, como Chay Suede, que hoje está no ar em Amor de Mãe, da Globo. 
Confira os vídeos publicados no canal do grupo RBD no YouTube: 


Confira algumas reações dos fãs no Twitter:
Posted: 01 Feb 2020 02:47 AM PST
Jazida da de nióbio em Araxá - Edson Silva/Folhapress
Jazida da de nióbio em Araxá Imagem: Edson Silva/Folhapress

Resumo da notícia

  • MG quer privatizar sua parte na maior mina de nióbio do mundo
  • Para o Ministério Público, o governo não sabe em quanto a mina está avaliada
  • O dinheiro será utilizado pelo estado para quitar dívidas bilionárias
  • Venda pode render um prejuízo de bilhões de reais ao estado nos próximos anos, diz MP
O endividamento de R$ 230 bilhões do estado de Minas Gerais é a justificativa do governador Romeu Zema (Novo) para pôr à venda a estatal responsável pela mais importante mina de nióbio do mundo, a de Araxá (367 km de Belo Horizonte). Zema quer vender a jazida embora o governo não saiba quanto ela vale, o que pode render um prejuízo de bilhões de reais ao estado, segundo o Ministério Público de Contas.
O governo não conhece o potencial financeiro da jazida porque ela seria "tutelada" por uma empresa privada, a gigante de mineração CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) —que pertence à família Moreira Salles, proprietária do banco Itaú—, também dona de uma jazida em Araxá.

Quase 100% do nióbio é brasileiro, mas extração é cara e mercado, restrito

A mina do governo pertence à Codemig (Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais), a estatal que Zema quer vender. Com o dinheiro, ele promete quitar dívidas trabalhistas, mesmo que para isso ele abra mão de uma receita anual de pelo menos R$ 1 bilhão durante 400 anos. Este é o período estimado de atividade da mina se ela continuar explorada nos níveis atuais.

De acordo vantajoso a calote

Das minas da Codemig e da CBMM saem 80% de todo o nióbio comercializado no mundo. Utilizado para beneficiar ligas metálicas para fins tecnológicos e aeroespaciais, o nióbio é dinheiro garantido na conta do governo mineiro desde 1972. Naquele ano, a Codemig fechou um acordo vantajoso com a CBMM.
As duas empresas criaram uma terceira, a Comipa (Companhia Mineradora do Pirocloro de Araxá), que explora o material das minas e entrega todo o minério à CBMM, que produz o ferronióbio (seu principal produto), vende para mais de 50 países e repassa 25% dos lucros à Codemig.
É aí que começa o problema, diz o MP.
Fabrica da CBMM - Divulgação
Fabrica da CBMM Imagem: Divulgação
A CBMM controlaria de fato as ações da Comipa, segundo a Promotoria. Como o governo e a Codemig recebiam o dinheiro sem participação ativa na exploração, a empresa dos Moreira Salles teria se aproveitado disso.
Uma denúncia feita pelo ex-presidente da Codemig Marco Antônio Castello Branco, com base em uma auditoria feita pela estatal, afirma que o teor de nióbio da mina estatal é 18% maior que a do mineral extraído da jazida da CBMM, uma diferença não repassada à Codemig de aproximadamente R$ 5 bilhões desde 1972.
"Não é verdade", afirmou ao UOL Renata Ferrari, gerente-executiva de Relações Institucionais da CBMM.
"A mina da CBMM é 26% maior em quantidade de minério [em comparação com a] da Codemig, que por sua vez possui 11% a mais óxido de nióbio. Essa diferença sempre foi conhecida e fez parte da parceria quando o contrato foi assinado."
Segundo a assessoria do governo de Minas, a diferença entre o valor devido e o efetivamente pago ao Estado "é atualmente debatida com a CBMM, com acompanhamento e participação do Ministério Público do Estado de Minas Gerais".

Zema preferiu não insistir com a denúncia de Castello Branco. No lugar, apresentou projetos de lei à Assembleia Legislativa mineira para se desfazer da estatal, mesmo sem saber quanto ela vale.
Nióbio: utilizado na produção de supercondutores - shutterstock
Nióbio: utilizado na produção de supercondutores Imagem: shutterstock
"O controle da Comipa é realizado, de fato, pela CBMM, que detém as informações e os dados estratégicos do negócio. O estado é tutelado. Ele recebe esses 25% e fica por isso mesmo. Não existe fiscalização, acompanhamento, controle de nada", afirmou ao UOL a procuradora Maria Cecília Borges, que estuda o assunto há cinco anos.
A executiva da CBMM negou que sua empresa tutele a Codemig e o Estado. "O lucro que é pago pela CBMM é auditado trimestralmente por empresas contratadas pela Codemig. Existe total transparência com o nosso parceiro."
Eu preciso saber quanto vale esse ativo, a mina. Esses 25% estão corretos? Questionei o estado, que disse não ter acesso a essa informação. Ele vai vender um bem que não sabe quanto vale.
Maria Cecília Borges, procuradora
Ao UOL, o secretário de Planejamento e Gestão do governo mineiro, Otto Levy, negou que a Codemig seja tutelada pela parceira, mas não informou o valor estimado da mina. "O valor só sera importante na hora que for discutir a privatização. Temos uma ideia de quanto custa, mas só vamos discutir na hora de privatizar."
Sede administrativa da Codemig - Reprodução
Sede administrativa da Codemig Imagem: Reprodução

A privatização

O projeto de lei 1203/19 pedindo a privatização da estatal só aguarda parecer da Comissão de Constituição e Justiça para ir a plenário. Mas o projeto 1205/19 já foi aprovado pelos deputados e sancionado por Zema: polêmico, o texto permite ao governo antecipar os valores que receberia da CBMM pelos próximos 13 anos.
"Se essa operação for bem sucedida, (...) vamos pagar o 13º e terminar com o parcelamento [dos salários]", afirmou Levy no ano ano.
O govenador de Minas, Romeu Zema (Novo) - Alexandre Rezende/Folhapress
O govenador de Minas, Romeu Zema (Novo) Imagem: Alexandre Rezende/Folhapress
Com a autorização, o governo espera executar a operação de recebíveis ainda no primeiro trimestre deste ano e arrecadar entre R$ 4 bilhões e R$ 6 bilhões.
Acontece que, segundo a prestação de contas da Codemig ao MP, a estatal recebeu R$ 1,2 bilhão da CBMM entre janeiro e novembro do ano passado. Ao UOL, a CBMM deu outro valor: R$ 900 milhões em 12 meses.
Considerando os valores e mantido o atual nível de extração das minas, o governo receberia da CBMM ao menos R$ 13 bilhões no mesmo período, mais do que o dobro oferecido agora pela antecipação dos recebíveis.
Levy refuta a conta do MP. Ele diz que apenas 49% dos créditos seriam vendidos na bolsa e que o restante, 51%, continuará entrando nos cofres da Codemge (Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais), outra estatal mineira que controla a Codemig.
Renata Ferrari, da CBMM, negou o repasse de verba à Codemge. "Os 25% que a CBMM repassa dos lucros é para Codemig. Ela é a nossa parceira; o que acontece com o dinheiro depois a gente não sabe."

E se a exploração crescer?

Segundo a procuradora, o governo erra ao calcular o que espera embolsar dos recebíveis ao levar em consideração o que recebeu da CBMM nos últimos anos. "Nenhuma empresa é avaliada apenas pelo que produziu no passado, mas sobre seu potencial futuro", diz a procuradora.
E a expectativa é que a produção de nióbio cresça. As CBMM estima que as 90 mil toneladas métricas extraídas de ferronióbio em 2018 cheguem a 150 mil toneladas já no ano que vem. A CBMM informou ao MP que "haverá um boom do nióbio, com produção duplicada em quatro anos". "Mas essas informações não são levadas em conta pelo governo", diz Maria Cecília.
"A CBMM já informou que trabalha com a Toshiba na formulação de uma superbateria de nióbio para carro elétrico, que deve ficar pronta em dois anos. Ela poderá recarregar em seis minutos, em vez das seis, oito horas necessárias hoje em dia", afirma a procuradora.
Mina onde é extraido nióbio em Araxá - Edson Silva/Folhapress
Mina onde é extraido nióbio em Araxá Imagem: Edson Silva/Folhapress

O rombo nas contas de Minas

Zema precisa privatizar a Codemig para se adequar ao Regime de Recuperação Fiscal, criado pelo governo Michel Temer em 2017 e mantido por Bolsonaro. Com ele, Minas poderá suspender o pagamento de sua dívida com a União por três anos. Depois, terá de retomar os pagamentos com juros e correção monetária.
Com a antecipação do dinheiro da Codemig, o governo quitaria os salários atrasados com os servidores e a primeira parcela de uma dívida de R$ 7 bilhões com as prefeituras referente a repasses atrasados do IPVA (Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
"Falta um olhar estratégico", acredita Ivan Beck, economista especializado em finanças de organizações públicas pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
Essa solução resolve as demandas a curto prazo. O governo conseguirá pagar salários em atraso, o que é importante. Mas e depois? Esse dinheiro estatal fará falta no futuro se o governador não resolver as razões para o endividamento de Minas
Ivan Beck, economista
O secretário do planejamento afirma que a atual gestão reduziu o déficit previsto para o ano passado de R$ 15 bilhões para R$ 8 bilhões. "As ações estruturais que nós queremos tomar estão incluídas no programa de recuperação fiscal, que inclui a reforma da previdência e privatização de empresas."
Zema não pretende parar na privatização da Codemig. Em outubro do ano passado, ele afirmou que "a intenção é vender todas as empresas de Minas". "Estamos enviando inicialmente a Codemig, mas é nossa intenção que vá a Cemig, a Copasa e a Gasmig", afirmou.
O MPC (Ministério Público de Contas) fez um parecer pedindo ao TCE (Tribunal de Contas do Estado) as prestações de contas detalhadas. Depois de três votos favoráveis ao parecer, a corte suspendeu o julgamento após pedido de vista. Ainda sem data para ser retomado, o caso será encerrado depois que votarem os sete conselheiros do tribunal.
"Da forma como foi apresentada a operação ao TCE e ao MPC, concluiu-se que a operação não atende ao princípio constitucional da economicidade. A Codemig não tem a base de dados para verificar se esse R$ 1 bilhão que ela recebeu em 2019 está correto", diz a procuradora. "A Codemig é o nióbio. Como saberemos se a venda é justa se o governo não sabe se esse valor está certo?"
Após a publicação da reportagem, a Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais afirmou, por meio de nota, que a "diferença entre o devido e o efetivamente pago ao Estado pela CBMM [...] é atualmente debatida [...] com acompanhamento e participação do Ministério Público do Estado de Minas Gerais". No mesmo comunicado, afirma que o Estado e a Codemig utilizaram na projeção de recebíveis do nióbio "vários dados, como o plano de produção do nióbio [...]; o plano de investimentos da CBMM; dois relatórios de consultorias internacionais, adquiridos pela Codemig, que fazem a projeção futura do mercado do nióbio; e projeção do valor do câmbio".
Posted: 01 Feb 2020 02:42 AM PST

Antes do encontro com o Papa, Fernández participou de uma missa na Tumba de São Pedro.

O papa Francisco teve uma reunião, nesta sexta-feira (31), de 44 minutos com Alberto Fernández, presidente da Argentina.
Fernández estava acompanhado da primeira-dama Fabiola Yañez e de membros do governo.
O chefe do Vaticano entregou ao líder argentino uma escultura em metal e pediu que o presidente e a primeira-dama sejam “mensageiros da paz”.
Além disso, Francisco deu ao mandatário cópias de suas exortações apostólicas e de sua encíclica ambiental, a “Louvado seja”.
Fernández é o terceiro presidente da Argentina desde que Jorge Bergoglio assumiu o trono de Pedro, após Cristina Kirchner e Mauricio Macri, informa a agência ANSA.
Posted: 01 Feb 2020 02:34 AM PST

A assessoria da Casa informou que o quadro publicado no perfil de cada parlamentar apresentava ''informações inconsistentes'' causadas por ''problemas técnicos''
Mais de 2 mil ausências parlamentares em sessões plenárias ocorridas ao longo de 2019 ficaram "escondidas" no site da Câmara dos Deputados. Admitida pela Casa, que alegou "problemas técnicos", a falha fez com que o total de faltas publicadas no perfil de cada deputado fosse 21% menor que o número real. De acordo com o regimento do Legislativo, ausências não justificadas podem levar a punições que vão de descontos no salário à perda do mandato.

jornal O Estado de S. Paulo chegou a esse porcentual comparando as informações publicadas pela Câmara em áreas distintas de seu site. Uma das possibilidades é pesquisar a assiduidade no perfil do deputado, em que aparece o número de presenças, de ausências e de ausências justificadas. O outro caminho é no link que direciona para um relatório mais detalhado. Nele, consta se o deputado esteve presente ou ausente em cada sessão. A lista também informa, se for o caso, a justificativa da ausência, como motivo de saúde.

A reportagem levantou o número total de ausências em 2019 por meio dessas duas opções de pesquisa. Na primeira, pela página de todos os deputados em exercício, chegou-se a um total de 8.244 faltas em plenário. Na segunda, pelo relatório mais detalhado, o total aumentou para 10.453.

Questionada sobre a diferença, a assessoria da Câmara informou que o quadro publicado no perfil de cada parlamentar apresentava "informações inconsistentes", mas que os dados sobre frequência disponíveis no relatório mais detalhado "são confiáveis". Os dados sobre frequência apresentam falhas pelo menos desde o dia 15 de janeiro, quando a reportagem passou a questionar a divergência. Nesta quinta-feira, 23, após a publicação da reportagem no portal estadao.com.br, a Câmara
consertou o erro.


Segundo o advogado e diretor do Movimento Transparência Partidária, Marcelo Issa, pela Lei de Acesso à Informação, todos os órgãos públicos, incluindo as Casas do Congresso, têm de publicar suas bases de dados atualizadas, completas e em formato de dados abertos. 

Legislação

Issa aponta também o que considera uma "possível falha na legislação". "O procedimento nesse tipo de situação não está bem regulamentado. Quando se identifica que os dados são inconsistentes ou incompletos, não existe prazo para correção, para pronunciamento do órgão público sobre a situação, para que ele disponibilize os dados da maneira como a própria lei determina: completos, primários e verídicos."

Os deputados têm 30 dias para justificar suas ausências, à exceção de casos de licença médica. Para o cálculo dos descontos na remuneração, é atribuído um valor a cada sessão. O cálculo é feito com base em uma porcentagem da remuneração dos congressistas e varia conforme o número de sessões.

Em um mês "médio", normalmente com 15 sessões deliberativas, por exemplo, cada falta sem justificativa levaria à perda de R$ 1.406,79. A renda mensal bruta de um deputado é de R$ 33.763. 

'Bom aluno não vai à aula sempre'

Nas duas formas de levantar as faltas em sessões da Câmara, o deputado José Priante (MDB-PA) foi o campeão de ausências em plenário sem justificativa em 2019. O perfil do parlamentar no portal da Casa mostrava que ele faltou a 58 sessões plenárias. Já no relatório de frequência descrito pela assessoria da Casa como "confiável", aparecem 63 faltas - sendo 44 delas não justificadas.

Questionado, o deputado não explicou o motivo das faltas. "Não gosto de dar justificativas vazias, apenas para não ter o salário descontado. O mais importante é saber que a população me avalia de outra maneira, com as conquistas que levo para o Pará", afirmou.

Para o parlamentar, o número de presenças não pode ser considerado "uma métrica de trabalho". "O bom aluno não é aquele que vai à aula sempre, mas aquele que tira notas boas e é aprovado", afirmou.

Nos casos em que as ausências não são justificadas, as faltas podem ter efeito prático e acarretar punições para os parlamentares. Uma delas é o desconto na remuneração, uma vez que o valor a ser recebido leva em conta o comparecimento às sessões do plenário. 

Além do desconto na remuneração, pela Constituição Federal, perde mandato o parlamentar que faltar, sem determinada justificativa, a um terço das sessões ordinárias de sua Casa. Para o cálculo desta assiduidade mínima, o Ato da Mesa n.º 191, de 2017, estabelece que seja usada a frequência em sessões deliberativas ordinárias e extraordinárias em que tenha sido aberta a Ordem do Dia.

Levantamento feito pelo Estado com base nos dados que a Câmara afirma serem "confiáveis" indica que, em 2019, nenhum parlamentar chegou à marca de ausências que levaria à perda do mandato. O ano passado contou com 168 sessões plenárias com registro de frequência, das quais 139 foram deliberativas e tiveram a Ordem do Dia iniciada, ou seja, efetivamente tiveram votação.

Para perder o mandato, um deputado precisaria faltar, sem justificativa, a mais de 46 sessões com votação.
Posted: 01 Feb 2020 02:26 AM PST
Ao chegar a Brasília, Onyx Lorenzoni disse que não pretende deixar o governo, mas que a decisão sobre sua situação no governo é de Jair Bolsonaro.
“Quem define é o presidente Bolsonaro. O presidente Bolsonaro é o meu lider, é o presidente do nosso país. Eu lutei muito para que ele estivesse onde ele está. Ele está fruto da oração e do pedido de milhões de brasileiros para transformar o Brasil. Eu me sinto muito honrado desde o primeiro dia de fazer parte da equipe que está mudando o Brasil”, afirmou ao G1, no Aeroporto Internacional de Brasília.
Assessores do Planalto afirmaram a O Antagonista que Bolsonaro deverá decidir sobre a manutenção de Onyx no cargo após conversa com o ministro. As razões para o esvaziamento da Casa Civil devem ser apresentadas hoje, em reunião entre os dois.
Posted: 01 Feb 2020 02:22 AM PST
Ministro disse que vai conversar com Bolsonaro sobre os últimos acontecimentos na Casa Civil
Onyx vai conversar com Bolsonaro sobre a Casa Civil Foto: Agência Brasil/Wilson Dias
O ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni negou que considera deixar o governo. A declaração foi dada em Brasília, nesta sexta-feira (31), após a exoneração de Vicente Santini do cargo de secretário-executivo da Casa Civil.
– A minha missão, junto com o presidente Bolsonaro, é servir o Brasil. Mas claro que toda e qualquer decisão dentro do governo é liderada por ele. Eu preciso compreender, preciso conversar com o presidente – explicou Onyx.
O ministro afirmou que vai se reunir com Bolsonaro para entender as razões que levaram o mandatário a mexer na estrutura da pasta. Amigos há mais de 20 anos, Lorenzoni acredita que ambas as partes chegaram a um entendimento.
– Nossa relação é de muita amizade, a nossa relação é de muita confiança entre um e outro. Eu tenho certeza de que o entendimento vai prevalecer. Eu lutei muito para que ele estivesse onde ele está. Ele é fruto da oração e do pedido de milhões de brasileiros para transformar o Brasil.
Posted: 01 Feb 2020 02:20 AM PST
Segundo dados divulgados hoje pelo Banco Central, as contas públicas brasileiras encerraram o ano passado com um rombo de R$ 61,9 bilhões.
O resultado é referente ao chamado setor público consolidado — formado por União, estados, municípios e empresas estatais.
Trata-se do menor déficit em cinco anos, desde 2014 (R$ 32,5 bilhões). Em 2018, o rombo havia sido de R$ 108,3 bilhões.

Carluxo vai levar? Saiba mais
Posted: 01 Feb 2020 02:17 AM PST
O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou na manhã desta sexta-feira (31), que não considera deixar o governo.
Ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Brasília, após chegar de férias, ele disse:
“Claro que não [considero deixar o governo]. Como já disse, a minha missão, junto com o presidente Bolsonaro, é servir o Brasil. Mas claro que toda e qualquer decisão dentro do governo é liderada por ele”.
Posted: 01 Feb 2020 02:14 AM PST
Mensagens para a atriz foram publicadas em redes sociais
Presidente Jair Bolsonaro e Regina Duarte Foto: Marcos Corrêa/PR
Após a atriz Regina Duarte aceitar a proposta do presidente Jair Bolsonaro para assumir a Secretaria Especial da Cultura, na quarta-feira (29), vários artistas se manifestaram a favor dela.
Antes da decisão, Maitê Proença já tinha expressado seu apoio e chegou a afirmar que outros colegas também apoiavam, mas tinham receio de admitir. Porém, alguns deles já usaram as redes sociais para deixar um recado amistoso para Regina.
Entre os apoiadores, o ator e apresentador, Marcio Garcia, foi um dos que fez questão de expressar seu ponto de vista favorável ao trabalho de Duarte junto ao governo federal.
– Sei que você irá exercer a sua função com o total comprometimento. Fico na torcida para que aqueles que criticam apenas para fomentar a oposição saibam avaliar os atos e não as bandeiras – declarou.
Carolina Ferraz
Carolina Ferraz / Foto: Reprodução
Marcio Garcia
Marcio Garcia / Foto: Reprodução
Luiz Fernando Guimarães
Luiz Fernando Guimarães / Foto: Reprodução
Mylla Christie
Mylla Christie / Foto: Reprodução
Zizi Possi
Zizi Possi / Foto: Reprodução
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Mario Frias
Rita Guedes
Rita Guedes / Foto: Reprodução
Beth Goulart
Beth Goulart / Foto: Reprodução
Thiago Rodrigues
Thiago Rodrigues / Foto: Reprodução
Ary Fontoura
Ary Fontoura / Foto: Reprodução
Buchecha
Buchecha / Foto: Reprodução
Carlos Vereza
Carlos Vereza / Foto: Reprodução
Carla Daniel
Carla Daniel / Foto: Reprodução
Cacá Diegues
Cacá Diegues / Foto: Reprodução
Fábio Villaverde

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