PELA AMIZADE INTERCAMBIO ENTRE AMERICA LATINA E ISRAEL,CONTRA A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA E DISCRIMINAÇÃO ;A DIVERSIDADE CULTURAL E RELIGIOSA APOIANDO ISRAEL.
POR LA AMISTAD E INTERCAMBIO ENTRE AMERICA LATINA E ISAREL,CONTRA AI NTOLERANCIA RELIGIOSA Y DISCRIMINACIÓN;LA DIVERSIDAD CULTURAL Y RELIGIOSA APOYANDO ISRAEL.
FOR FRIENDSHIP EXCHANGE BETWEEN LATIN AMERICA AND ISRAEL, AGAINST RELIGIOUS INTOLERANCE AND DISCRIMINATION;CULTURAL AND RELIGIOUS DIVERSITY SUPPORTING ISRAEL
Plano é que empresa, uma vez vendida ao setor privado, possa se modernizar e se adaptar às mudanças proporcionadas pelo comércio eletrônico
Por Da Redação
Agência dos Correios (Correios/Divulgação)
Em uma entrevista nesta semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que seria “um salto muito grande” se o presidente Jair Bolsonaro (PSL) aceitasse a privatização da Petrobras. No entanto, disse que o presidente cedeu em sua resistência quanto a venda de outra empresa.
Segundo fontes do governo, a estatal que será vendida são os Correios. Desde o sinal verde dado internamente pelo presidente, a equipe econômica se debruça para estruturar a venda da estatal. O objetivo é garantir liberdade para que a empresa se modernize e se adeque às mudanças promovidas pelo comércio eletrônico quando estiver desvinculada do estado.
Em entrevista a VEJA há cerca de vinte dias, o secretário de Desestatização do Ministério da Economia, Salim Mattar, afirmou que o ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, era um dos principais focos de resistência às privatizações no governo. É justamente a esta pasta que os Correios estão atualmente associados.
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19 abr 2019 - 14h04
Mattar, à época, citou a empresa, junto com a EBC, empresa de comunicação, e a EPL, a estatal do trem bala, como um dos exemplos de companhia que precisava ser vendidas mas cuja privatização enfrentava dificuldades. “Setenta por cento da receita dos Correios vem da entrega de pacotes. O Estado é dono de uma transportadora. Isso é absurdo”, disse.
Publicamente, Guedes tem insistido que o governo federal deve se desfazer de ativos para diminuir a dívida pública, também apontando que o controle excessivo do Estado sobre os negócios abre margem para casos de corrupção nas estatais — como ocorreu na Petrobras, na Caixa Econômica Federal e nos Correios.
Joice humilha Zé de Abreu: “Agora não tem mais Lei Rouanet para pilantra!” Conforme foi divulgado pelo site da República de Curitiba, não demorou muito para que o massacre em Suzano virasse um palco para a esquerda.
Um dos representantes da vertente lulista, o ator José de Abreu resolveu jogar a culpa por um incidente no Presidente Bolsonaro.
A discussão seguiu, e José de Abreu chamou Joice Hasselmann de “fascista” e a acusou de proteção “para as milícias, assim como Jair Bolsonaro”.
O que o artista não esperava era uma resposta congressistas, que o colocou em ses devido lugar.
cuidado com o caixa pq agora não tem mais Lei Rouanet para pilantra. Como diria seu amigo Chico, tbm chegado já cachaça: “vai trabalhar, vagabundo, vai trabalhar criatura...”
“A Sasha sempre fala para eu experimentar maconha”, revela Xuxa
Artista ficou conhecida como a 'Rainha dos Baixinhos' por comandar diversos programas infantis (Crédito: Reprodução/Instagram)
O programa ‘Luana é de Lua’, que será comandado por Luana Piovani, no canal E!, está previsto para estrear apenas em junho, mas vai dar o que falar. O colunista Leo Dias, do UOL, teve acesso a um teaser exclusivo do programa que contava com entrevista de Xuxa Meneghel.
A apresentadora falou de diversos assuntos, como filme pornô, relacionamentos abertos e até sobre maconha, entregando que a filha Sasha já usou a droga. Além de já ter feito um convite a ela. “Minha filha sempre fala: ‘Mãe, você tem certeza que não quer provar maconha?'”, conta a apresentadora na entrevista.
O ‘Luana é de Lua’ contará com uma primeira temporada de 10 episódios, cada um tendo cerca de 30 minutos de duração.
No dia de hoje (24/04), o Presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em rede nacional de rádio e televisão. Em seu discurso, Bolsonaro falou a respeito da aprovação da constitucionalidade da proposta que cria a nova previdência. Ele agradeceu o empenho e o trabalho da maioria dos integrantes da comissão, e também ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
O juiz federal Luiz Antônio Bonat, da 13ª Vara Federal, abriu prazo de 8 dias para que as defesas se manifestem na ação penal em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi condenado a 12 anos e 11 meses de prisão por supostas reformas no sítio de Atibaia. Após a manifestação das defesas sobre o recurso da força-tarefa, o magistrado vai enviar o caso ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
“Intimem-se suas Defesas para contrarrazões. Prazo de 8 dias. Recebidas as contrarrazões, encaminhem-se os autos ao TRF-4 para julgamento dos apelos”, anotou Bonat.
A decisão de Bonat representa mais um passo para que o petista seja novamente julgado pela segunda instância, desta vez, no caso que envolve as reformas no imóvel de R$ 1 milhão feitas pela OAS e a Odebrecht.
Nesta semana, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça confirmou a sentença por corrupção passiva e lavagem de dinheiro imposta a Lula no caso triplex, e reduziu sua pena para 8 anos, 10 meses e 20 dias de prisão.
Com a decisão, o petista pode progredir para o regime semiaberto entre agosto e setembro deste ano, desde que não seja sentenciado em segunda instância novamente no processo do sítio.
A informação foi confirmada pelo filho do presidente, Eduardo Bolsonaro.
Ueslei Marcelino | Reuters
No fim da tarde desta quarta-feira, 24, o deputado federal Eduardo Bolsonaro utilizou as redes sociais para comunicar uma nota oficial sobre o presidente.
“O presidente Jair Bolsonaro estará hoje em cadeia nacional de televisão às 20:00h. Compartilhem, assistam”, escreveu.
A notícia foi comemorada pelos apoiadores.
Segundo eles, Bolsonaro precisa utilizar a rede nacional para apresentar aos brasileiros as atuações do governo.
Uma polêmica entre o ator Paulo Betti e a Igreja Universal do Reino de Deus vem repercutindo nas redes sociais por conta das críticas feitas pelo artista ligado à TV Globo contra o fundador da denominação, bispo Edir Macedo.
Betti visitou um templo da Universal em Teresina (PI) e filmou parte da reunião que estava sendo realizada. Quando um dos pastores notou que o ator estava gravando com seu celular, o abordou pedindo para desligar o aparelho.
“Não pode filmar aqui, não”, diz o homem a Paulo Betti, no vídeo divulgado pelo próprio ator.
”Por que não?”, retruca Paulo Betti.
“Porque não, há uma lei, não pode filmar”, diz o representante da Universal.
Em seguida, o ator global faz um comentário em tom de provocação: “Eu entro na igreja católica e filmo”, diz.
“Mas aqui não é igreja católica”, responde o pastor, questionando em seguida para qual finalidade o vídeo estava sendo feito.
“Para mim!”, responde o ator. “Ué, mas onde tá escrito [que não pode filmar]? Me mostra”, pede Betti, irritado.
“Tem ali na parede [aponta para uma placa]. Vamos ali, vamos filmar ali”, pede o voluntário. No entanto, Paulo Betti desiste de filmar a reunião e deixa o templo.
O vídeo feito pelo ator global foi publicado no Facebook e posteriormente excluído por ele próprio, segundo informações do portal Gente. Posteriormente, Paulo Betti fez uma publicação dizendo que havia sido hostilizado: “Fui gravar com o celular e quase levei porrada! Por que? Por que é proibido gravar o (argh) Macedo usurpando a palavra de Deus?”, questionou.
Em nota, a Igreja Universal afirmou que o ator agiu com “preconceito” e alegou que ele foi “educadamente alertado que não são permitidos registros de imagem no interior dos templos”. O texto acrescenta que Betti “passou a ofender o pastor que conversava com ele e saiu da Igreja atacando o bispo Edir Macedo e os fiéis que assistiam à reunião”.
Ela contou por que só revelou o batismo após cinco anos: "Já fui rotulada de tanta coisa que quis proteger este momento"
Claudia Leitte mostra foto de seu batismo (Foto: Reprodução Instagram)
Claudia Leitte recebeu uma série de críticas após compartilhar com os fãs fotos de seu batismo, realizado cinco anos atrás. Alguns seguidores questionaram qual a religião da cantora. Teve quem criticou o fato de Claudia continuar se apresentando no carnaval e quem disse que as roupas dela são "inadequadas" a um critão.
"Como assim se batiza e reverencia o mundo cantando e usando vestimentas inadequadas a esse ato da fé cristã? Ou é ou não é, a decisão não pode ser os dois", disse uma seguidora. "Deus sonda corações, princesa", respondeu Claudia.
"Fiquei confusa! Batizada em qual religião? E continua inclusive arrastando trios no carnaval?", questionou outra. "Eu não tenho religião! Eu creio em Jesus como meu único Senhor e salvador. Eu o amo", respondeu Claudia. "Mas qual religião mesmo?", questionou outro. "Jesus Cristo", disse Claudia.
"Qual o problema em dizer em qual igreja congrega? Afinal, somos livres", escreveu outra moça. "Eu não frequento uma igreja. Minha religião é Jesus, meu alimento é a Bíblia", esclareceu a artista.
Enquanto alguns criticaram, outros se encantaram com a publicação da cantora. "Muito difícil um artista nos dias de hoje chegar a esse nível de espiritualidade, parabéns Claudia, você é luz", opinou um fã. "Eu sou um bebezinho na fé, mas amo a Deus de todo o meu coração", respondeu ela.
"Eu sou fã e não sabia que você já era batizada nas águas. Que lindo, meu Deus! Meu amor agora transbordou", disse outro. "Foi uma escolha muito consciente e pessoal. Nunca partilhei publicamente. Acho que já fui rotulada de tanta coisa que quis proteger este momento. Mas, é uma vitória tão linda que não merece ficar escondida", explicou a artista.
Claudia compartilhou as fotos de seu batismo no domingo de Páscoa. "Meu batismo aconteceu há cinco anos. A razão da minha escolha: A ressurreição. Minha Dinda na fé, minha tia Zai, eu te amo! Obrigada por esse dia tão lindo!", escreveu ela na legenda.
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Claudia Leitte fala sobre batismo (Foto: Reprodução Instagram)
Claudia Leitte fala sobre batismo (Foto: Reprodução Instagram)
Claudia Leitte fala sobre batismo (Foto: Reprodução Instagram)
Claudia Leitte fala sobre batismo (Foto: Reprodução Instagram)
O diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna, mandou cancelar todos os convênios de patrocínio que estavam em vigor, mas não tinham relação com a missão da empresa, relata o Estadão.
No total, foram rescindidos contratos da ordem de R$ 42 milhões. Um dos nove convênios cancelados foi o assinado entre a Itaipu e a FGV, que está promovendo o VII Fórum Jurídico de Lisboa –encontro que tem Gilmar Mendes entre os organizadores.
O convênio foi assinado em novembro, no final da gestão Michel Temer, e seu montante era de R$ 3,369 milhões, a serem pagos em três parcelas. Ainda em dezembro, porém, foram enviados à FGV R$ 2,492 milhões, mais de 70% do valor total.
Os R$ 876 mil restantes, que deveriam ser repassados no início do ano, foram bloqueados pela nova administração de Itaipu.
Alvo de críticas do antigo primeiro-ministro português e arguido da Operação Marquês (está acusado de 31 crimes), José Sócrates, Sérgio Moro já respondeu. Em entrevista à RecordTV Europa, exibida no programa “Fala Portugal” desta terça-feira, o ministro da Justiça de Bolsonaro e antigo super-juiz do processo Lava-Jato disse: “Em relação à pessoa em particular, eu não debato com criminosos pela televisão. Então, não vou fazer mais comentários”.
Em todo o lugar do mundo é difícil lidar com esses crimes de grande corrupção, envolvem pessoas poderosas. O sistema está preparado para [combater] outro tipo de criminalidade, mas todos os países precisam de avançar nessa área e enfrentar a grande corrupção”, defendeu o antigo juiz e atual ministro, também durante a entrevista.
José Sócrates tinha acusado Sérgio Moro de ser um “ativista político disfarçado de juiz”, esta segunda-feira. Já esta terça-feira, intensificou as críticas, referindo em entrevista na TVI24 que Moro só chegou a juiz por ter mandado prender Lula da Silva.
Na origem deste pingue-pongue de acusações estão declarações de Sérgio Moro na Faculdade de Direito de Lisboa, na segunda-feira. O ministro brasileiro, que enquanto juiz colaborou com o Ministério Público português na Operação Marquês, comentou o caso concreto de José Sócrates. “Temos tido desde o Mensalão e a Lava Jato um sério problema com a grande corrupção. Nesse ponto, Portugal tem uma realidade diferente, pelo menos olhando para o índice de corrupção da Transparência Internacional”, começou por dizer o ministro, para logo apontar um ponto menos positivo: “Não obstante, também Portugal não está imune, basta citar o famoso caso do ex-primeiro-ministro José Sócrates, vendo-se também uma dificuldade institucional em que o processo decorra em prazos razoáveis.”
À saída da conferência, em declarações só aos jornalistas, nova carga: “Aquilo que observo à distância, em relação ao caso desse primeiro-ministro português, é que há um trabalho que tem sido feito, com esforços consideráveis para apuração de provas, mas segundo algumas autoridades portuguesas com as quais falei, não há uma previsão de término desse processo”, lamentou.
José Sócrates foi acusado de 31 crimes de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal.
A 5ª Câmara de Direito Criminal do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) julgou o habeas corpus da defesa de Suzane von Richthofen e cancelou a punição que ela havia recebido, que a impedia de receber o benefício de saída temporária em datas comemorativas. Com isso, ela deve passar o Dia das Mães nas ruas.
Suzane havia perdido o direito de “saidinhas” após ser pega participando de uma festa de casamento em Taubaté (a cerca e 150 km de São Paulo), enquanto gozava do direito de saída temporário do Natal, em dezembro do ano passado.
Na decisão em fevereiro deste ano, a juíza Wania Regina da Cunha, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, considerou que houve uma falta grave de Suzane, pois era obrigatório que, ao sair da prisão, ela seguisse direto para o endereço indicado previamente, na capital paulista.
Condenada a 39 anos de prisão pela morte dos pais, em outubro de 2002, Suzane já cumpriu 16 anos de prisão.
Ela foi condenada por tramar a morte dos pais, Manfred e Marísia von Richthofen, na companhia dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, ex-namorado e ex-cunhado, respectivamente. Dos três, apenas Daniel saiu da prisão para cumprir a pena em regime aberto.
SÃO PAULO - Dois meses após ser entregue pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) ao parlamento, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma da Previdência passou, nesta terça-feira (23), por seu primeiro grande desafio legislativo ao ser aprovada em seu primeiro estágio de tramitação.
Por 48 votos a 18, os membros da CCJC (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) da Câmara dos Deputados decidiram pela constitucionalidade do relatório elaborado pelo deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG).
Agora, o texto segue para comissão especial, onde será analisado no mérito pelos parlamentares.
O resultado ocorre após uma série de tropeços do governo na tentativa de fazer a proposta avançar na comissão – o que indica dificuldades na articulação política. Para fins de comparação, o ex-presidente Michel Temer (MDB) conseguiu aprovar sua proposta de reforma previdenciária no colegiado em nove dias.
A última tentativa frustrada do atual governo ocorreu na semana passada, quando esforços de obstrução da oposição e o incômodo de parlamentares do "centrão" com a falta de interlocução política por parte do Planalto barraram qualquer avanço do texto. Para que a PEC avançasse, foi necessária uma rodada de negociações entre governo e o bloco do centro.
Pelo acordo, quatro pontos do texto original foram excluídos – em nenhum dos casos há impacto fiscal. São eles: o fim do pagamento de multa de 40% sobre o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para aposentados; a possibilidade de se alterar a idade máxima da aposentadoria compulsória para ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) por projeto de lei complementar; a exclusividade de a Justiça Federal do Distrito Federal para julgar processos contra a reforma; e a iniciativa privativa do Poder Executivo para propor mudanças futuras na Previdência.
Outras questões mais sensíveis à equipe econômica no texto devem ficar para discussão posterior, em comissão especial – momento em que o risco de diluição aumenta. É o caso da limitação do pagamento do abono salarial ao trabalhador que recebe até um salário mínimo. Na segunda fase também poderão ficar pelo caminho mudanças propostas para o BPC (Benefício de Prestação Continuada) e para as aposentadorias rurais.
A introdução de um regime de capitalização também está na mira dos deputados, assim como a idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres e as regras de transição. Do lado dos regimes próprios, grupos organizados de servidores também buscam desidratar a proposta em discussão, seja para regras gerais, seja para regimes especiais, como de professores e policiais.
Com informações do InfoMoney
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